Cadastro novo sem fila de TI
Quem entende do processo desenha a estrutura na tela, publica versões e mantém o dicionário de dados.
Um registro por item, conferido na entrada, cuidado por quem entende dele e entregue aos sistemas que você já usa. Na tela, por integração ou por um agente de IA.
Conta de teste com o seu próprio banco de dados. Sem cartão.
O mesmo item, como chega de três lugares
Registro único. A unificação pode ser desfeita.
O mesmo produto com três grafias, o mesmo fornecedor cadastrado duas vezes, e cada área com a sua planilha. O erro só aparece quando já chegou ao pedido.
O fornecedor existe duas vezes, com dois códigos, e cada compra escolhe um.
Aceita qualquer coisa: documento com letra, data no futuro, campo obrigatório em branco.
Cada área mexe no que precisa, e ninguém responde pelo cadastro inteiro.
Quem mudou, quando e o que era antes? Sem histórico, uma divergência vira investigação.
Para que o dado mestre nasça certo, tenha dono e chegue igual a todos os sistemas.
Quem entende do processo desenha a estrutura na tela, publica versões e mantém o dicionário de dados.
Etapas por equipe, com prazo, papéis por domínio e um responsável pelo dado. Cada pessoa vê o que espera por ela, e a revisão do que já foi concluído também passa por etapas.
Regras que bloqueiam ou alertam, texto padronizado na gravação e a qualidade medida todo dia, com meta para cada cadastro.
Chave única na gravação, suspeita de duplicado por semelhança e unificação com histórico, que pode ser desfeita.
O ERP e os outros sistemas recebem o dado conferido e mandam o que é deles. Quando duas fontes discordam, a confiança que você dá a cada uma, campo a campo, decide — ou vira proposta, nunca sobrescrita.
Um agente opera pelo protocolo MCP com as mesmas regras da tela e só alcança o que a chave dele permite.



Você começa por uma entidade e cresce a partir dela, sem parar a operação.
Desenhe o cadastro na tela: campos, regras e chaves únicas. Publique quando estiver pronto.
Diga que equipe preenche cada etapa. Cada pessoa vê e edita só o que lhe cabe.
Importe a planilha de hoje, conferida linha a linha, e ligue os sistemas que alimentam e consomem o cadastro.
Veja a qualidade do cadastro dia a dia, quem mudou o quê e o histórico de versões de cada registro.
Qualquer dado que várias áreas usam e nenhuma pode errar. Três situações comuns:
Cadastro mestre de produtos
Engenharia descreve, compras completa, o fiscal confere. Cada área preenche a sua etapa, e o item só fica disponível quando todas concluírem.
O item nasce completo, e cada parte tem um responsável.
Cadastro de fornecedores
O fornecedor é cadastrado e conferido uma vez. O ERP e os outros sistemas recebem o dado pronto, cada um com o seu código.
Mudou aqui, os sistemas ficam sabendo.
Cadastro de clientes
A chave única barra o repetido exato, e a semelhança aponta o quase igual para alguém decidir. Duplicados antigos são unificados com histórico.
Um cliente, um registro, e a unificação pode ser desfeita.
Também serve para ativos, beneficiários e registros de não conformidade: qualquer cadastro que várias áreas usam e que hoje vive em planilha.
Numa conta de teste, você importa a planilha e vê o cadastro ganhar regra, dono e histórico.
Isolamento físico, a identidade da sua empresa e registro de tudo o que muda.
Cada organização tem o próprio banco de dados e a própria credencial. O dado do vizinho está em outro banco, e não atrás de um filtro.
Entrada pelo provedor de identidade da organização (OIDC). O provedor confere quem é a pessoa; o que ela acessa é decidido aqui.
Suspender alguém ou mudar o seu papel encerra as sessões dessa pessoa na hora.
Quem desenha, quem opera, quem cuida e quem responde pelo dado, por organização, domínio ou entidade.
Cada mudança registra quem fez e o que mudou, e cada versão diz por onde entrou: tela, importação, sistema ou agente.
Senhas de banco e credenciais de integração ficam cifradas, e nenhuma tela ou API as devolve.
Como tratamos dados pessoais: política de privacidade
O MDM fica no meio: recebe de onde o dado nasce, confere e entrega a quem consome. O ERP continua operando.
Cada sistema com o seu código. Quando a fonte e o cadastro discordam, a política de confiança por campo resolve, ou vira proposta para alguém decidir; o registro mostra o valor que cada fonte mandou.
Webhooks a cada registro concluído, alterado ou excluído, e um feed para quem prefere ler no próprio ritmo.
Planilha conferida linha a linha antes de gravar; saída em Excel, CSV ou JSON.
A mesma regra vale para a tela, a integração e o agente. Não há conector pronto para um ERP específico: a integração é por HTTP.
Uma conta de teste com o seu próprio endereço, o seu próprio banco e a estrutura que você desenhar. Pequena de propósito: serve para provar o produto, não para operar de graça.
O pedido passa por uma conferência nossa antes da conta ser criada — nada é provisionado automaticamente. A gente entra em contato pelo celular informado com o endereço e a senha do primeiro administrador.
É manter num lugar só os cadastros que a empresa inteira usa, como produtos, fornecedores e clientes, com regras, um responsável e histórico, e entregá-los iguais a todos os sistemas.
Não. O ERP continua operando; o que muda é de onde vem o cadastro que ele consome. A plataforma é onde o dado nasce, é conferido e ganha versão, e a integração leva daqui para lá.
Em três camadas: a chave única barra o repetido exato na gravação, a semelhança aponta o parecido para alguém decidir, e os duplicados antigos são unificados com histórico. A unificação pode ser desfeita.
Não. A estrutura é desenhada na tela por quem entende do processo, e publicar cria uma versão nova sem mudar o que já foi preenchido.
Sim, nos dois sentidos, por HTTP: sincronização com sistemas de origem, avisos a cada mudança, feed de mudanças, importação por planilha e exportação em Excel, CSV ou JSON. Não há conector pronto para um ERP específico.
Pode, pelo protocolo MCP, com uma chave que você cria, limita e revoga na tela. Ele segue as mesmas regras de quem preenche e só executa as operações concedidas.
Num banco de dados só da sua organização, com credencial própria. Senhas de banco e credenciais de integração ficam cifradas.
Sim, pelo provedor de identidade da sua organização (OIDC). O provedor confere quem é a pessoa; grupos e papéis continuam sendo definidos na plataforma.
Depende de quantos registros, pessoas e sistemas conectados você precisa. Fale com a gente pela seção de contato, ou comece pela conta de teste.
Conte o que você precisa cadastrar. Respondemos no mesmo e-mail que você deixar aqui.
Nada do que você escreve aqui fica gravado em banco: a mensagem vira um e-mail na nossa caixa de contato.